As meninas pensam que sua felicidade depende de ter um homem a seu lado.
As mulheres sabem que sua felicidade não pode depender de uma só pessoa.
As meninas querem controlar o homem em suas vidas.
As mulheres sabem que se o homem é realmente seu, não há necessidade de controlá-lo.
As meninas pensam que um homem deve de ser muito valente.
As mulheres sabem que os homens que presumem sê-lo, resultam ser muito covardes.
As meninas roubam o homem de outras sem importar o sofrimento alheio.
As mulheres sabem que há suficientes homens livres para todas.
As meninas esperam que os homens voltem.
As mulheres não recolhem o que outras já pisaram.
As meninas pensam que os homens vão mudar.
As mulheres já se deram conta de que jamais será assim.
As meninas têm medo de ficar sozinhas.
As mulheres utilizam-no como tempo para seu crescimento pessoal.
As meninas ignoram os bons homens.
As mulheres ignoram os maus.
As meninas fazem com que ele volte para casa.
As mulheres fazem com que ele queira voltar para casa.
As meninas deixam sua agenda aberta e esperam que seu homem fale para fazer planos.
As mulheres fazem seus planos e carinhosamente notificam aos homens para que eles se integrem como melhor lhes convenha.
As meninas monopolizam o tempo de seu homem.
As mulheres dão-se conta de que um pouco de espaço, faz do tempo juntos algo mas especial.
As meninas acham que um homem que chora é débil.
As mulheres oferecem seu ombro e um lenço.
As meninas lastimadas por um homem, fazem que todos os homens paguem por isso.
As mulheres sabem que foi só um homem.
As meninas apaixonam-se e perseguem sem descanso.
As mulheres sabem que algumas vezes o que tu amas, não te amará e continuam seu caminho sem rancor.
As meninas lerão isto e farão uma careta.
As mulheres rirão em meio a sua serenidade.
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segunda-feira, 11 de outubro de 2010
quarta-feira, 29 de julho de 2009
O "ser" mulher... no duplo sentido
Ao nascer nem saímos da maternidade já nos deparamos com o primeiro sofrimento, furar as orelhinhas. Ao chegar em casa temos uma overdose de rosa, tudo é rosa, as roupinhas, o enxoval, a mamadeira, a chupeta...
Andamos que nem uma boneca, toda cheia de "berecoteco": xuxinhas, tic-tac, vestidos de babado, sapatinhos cheios de "frescuras", meias... nada que nos ajude nos movimentos.
Alguns meses depois somos obrigadas a aceitar a primeira condição machista da nossa vida: nada de brincadeiras de meninos, de correr, de se pendurar... afinal somos o denominado sexo frágil.
Na adolescência somos forçadas a começar a usar o sutiã, esse trem apertado. Inicia-se os sangramentos mensais, aí por conseqüência temos que usar o tal absorvente ou O.B., oh coisa que incomoda.
Chega a hora das sessões tortura: depilação a cera todos os meses, contorno, pernas, axilas... fora tirar a sobrancelhas... como dói.
Achando que as coisas não poderiam ser pior... quando começamos a namorar elas pioram, acredite: academia, arrumar cabelo, ficar torrando no sol, tomar hormônios todo santo dia para não engravidar...
Profissionalmente (alias, em tudo) somos melhores do que os homens, mas nossos salários bem inferiores. Para ganhar um cargo de chefia temos que ralar muito e ter postura de carrasca, a famosa "mal comida".
Ainda piora... temos que carregar por nove meses uma barriga gigantesca, tudo que fizemos na academia e no dermatologista vão por água abaixo, ficamos enjoadas, vomitamos, temos desejos malucos, ficamos parecendo uma "vaca leiteira", com a cara gigantesca e cheia de espinhas.
Depois da gravidez nos submetemos a lipo, silicone... tudo para voltarmos a forma anterior, mais academia, regimes... fora as noites em claro.
É uma lista que não tem fim...
Além de tudo isso, depois de chegar super cansada do trabalho temos que escutar do marido que a janta não está pronta, que a blusa que ele quer usar não está passada, que isso, que aquilo.
É... não é fácil ser mulher!
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